
Os tambores nunca se calaram
Continua a bater amigo, e grita!
O teu sofrimento lá longe, discreto
Mesmo se os canhões já se acalmaram
De carne e osso, tu companheiro
Da escola, no mato, dos mesmos bancos
Perdeste as pernas, a esperança, é dinheiro
As minas vinham de países democráticos
Hoje festejas a independência
De quem? Tu o craque da bola
Viva presidente! Que indecência!
Querias levantar quando toca o hino; Peninha!
Não vale a pena tentar
Cospes nas mãos para fazer avançar a cadeirinha
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